Muitas vezes achamos que ter uma boa autoestima é ser uma pessoa “perfeita”, que tem sempre tudo sob controlo, nunca se irrita, não erra e tenta agradar a toda a gente. Mas isso não é verdade.
Ter autoestima não é fazer o papel de “super-homem” ou “super-mulher”, nem esconder o que sentimos só para agradar à família, ao trabalho ou à sociedade.
O Que É o Nosso “Eu” Verdadeiro?
A palavra autoestima vem de gostar de quem realmente somos no nosso interior — da nossa essência.
-
Sentir a ligação: Quando estamos bem connosco, sentimos os pés bem assentes na terra. Conseguimos entender e lidar com sentimentos difíceis.
-
Ter confiança: Passamos a ter a certeza de que, aconteça o que acontecer, vamos encontrar uma solução.
Mitos e Verdades Sobre a Autoestima
-
Não significa ausência de tristeza ou ansiedade: Sentir raiva, tristeza ou dúvida faz parte da vida de todos. Autoestima é aceitar o que sentimos sem julgar.
-
Não depende da sua família ou do seu passado: Muitas pessoas que cresceram em famílias complicadas conseguiram construir uma autoestima forte ao descobrirem quem realmente são.
-
Ninguém lho pode dar: O seu valor não depende da aprovação dos outros, dos seus diplomas ou do seu dinheiro.
A Lição Mais Importante
Nós não questionamos o valor de uma árvore ou de um animal por serem como são. No entanto, temos a tendência de julgar as pessoas por regras e padrões da sociedade.
A verdade é simples: você tem valor só por existir.
Gostar de si mesmo é dar-se ao respeito, aceitar quem é e ter a coragem de viver a sua própria verdade. Respeitar a sua essência é o maior ato de autoestima que existe.



